Reunidos no Centro Territorial de Educação Profissional do Sertão Produtivo, em Caetité, para participar da formação Assédio Zero e Prevenção à Violência nas Escolas, educadores do NTE 12 e NTE 13 dialogaram, ao longo de dois dias de trabalho, sobre estratégias para prevenir e combater o assédio e demais tipos de violência nas escolas da rede estadual da Bahia. A atividade, que é organizada pelo Instituto Anísio Teixeira (IAT), a Corregedoria e a Ouvidoria da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, visa qualificar profissionais da rede estadual de ensino para que identifiquem práticas e condutas do assédio e abuso ocorridos no ambiente escolar e possam contribuir na adoção de medidas adequadas de prevenção e proteção dos estudantes. A ideia é fortalecer o diálogo sobre o combate ao assédio e a violência nas escolas com a gestão da escola, a comunidade escolar e todos os parceiros envolvidos. A formação tem carga horária total de 20 horas, sendo 12 horas voltadas para encontros presenciais e 08 horas dedicadas aos desenvolvimentos de atividades virtuais no AVA/Moodle. “Com a formação Assédio Zero eu aprendi que não é só assédio, para além disso. É violência zero nas escolas, de todas as formas, de todos os aspectos. Sem dúvida essa iniciativa do IAT, do governador Jerônimo Rodrigues, da Secretária Rowenna Brito, é umas das melhores coisas que já aconteceram neste ano de 2024 para nos apontar caminhos para que a gente aprenda a lidar, a encaminhar, a acolher e a ajudar a resolver os problemas de violência na escola. Saio com o coração muito cheio, muito feliz, porque a gente sabe que isso tem que ser replicado a todos”, Paula Soares, educadora do Colégio Estadual João Vilas Boas, em Livramento de Nossa Senhora. “ É com muita alegria que a gente conclui, nesta manhã, a formação que tratou do Assédio Zero nas escolas, um curso que foi trazido com o intento de discutir de fato a importância de dizermos não a diversos tipos de violência dentro das unidades escolares. Foi um momento de grande proveito, importante para debatermos com quem está no dia-a-dia da escola professores, gestores, coordenadores pedagógicos, como identificar violências e dizer não. Com este evento a gente espera sair daqui e replicar isso nas diversas unidades escolares para que cada vez mais pessoas sejam protegidas nas diversas formas possíveis”, destacou o professor Danilo da Silva Oliveira, do Centro Estadual de Educação Profissional em Saúde e Gestão de Guanambi.



