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Prévia da inflação fica em 0,11% em janeiro, influenciada por alimentação e bebidas

Prévia da inflação fica em 0,11% em janeiro, influenciada por alimentação e bebidas
Foto: Sudoeste Total

A prévia da inflação ficou em 0,11% em janeiro de 2025, 0,23 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada em dezembro de 2024 (0,34%). As maiores influências vieram dos grupos de Alimentação e bebidas, que registrou alta de 1,06% e impacto de 0,23 ponto percentual (p.p) no índice geral, e Transportes (1,01% e 0,21 p.p.). A única taxa negativa veio do grupo Habitação (-3,43% e -0,52 p.p), resultado que ajudou a conter o índice no mês. Em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado nesta sexta-feira (24) pelo IBGE, acumula alta de 4,50%, abaixo dos 4,71% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2024, o IPCA-15 foi de 0,31%. Oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram resultados positivos em janeiro. No contexto da alta de preços em Alimentação e bebidas (1,06%), a alimentação no domicílio registrou variação de 1,10% em janeiro, influenciada por aumentos do tomate (17,12%) e do café moído (7,07%). No lado das quedas, destacam-se a batata-inglesa (-14,16%) e o leite longa vida (-2,81%). A alimentação fora do domicílio desacelerou de 1,23% em dezembro para 0,93% em janeiro. Tanto o lanche (0,98%) quanto a refeição (0,96%) tiveram variações inferiores às observadas no mês anterior (1,26% e 1,34%, respectivamente). A outra grande contribuição em janeiro veio do grupo Transportes (1,01%), influenciado pelas passagens aéreas, que subiram 10,25% e registraram o maior impacto individual do mês: 0,08 p.p. Em combustíveis (0,67%), houve aumentos nos preços do etanol (1,56%), do óleo diesel (1,10%), do gás veicular (1,04%) e da gasolina (0,53%). Em Curitiba (-2,17%), a partir de 05 de janeiro, a tarifa modal aos domingos passou a custar metade do valor e, em Fortaleza (-0,45%) houve a adoção da tarifa social no dia 31/12/2024.

Agronegócio representou 23,5% do PIB da Bahia até o terceiro trimestre de 2024

Agronegócio representou 23,5% do PIB da Bahia até o terceiro trimestre de 2024
Foto: Divulgação/Seagri

A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan), divulgou dados que destacam a significativa participação do agronegócio no Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia até o terceiro trimestre de 2024. De acordo com a base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o agronegócio representou 23,5% do PIB total do estado. Este desempenho é ainda mais notável no terceiro trimestre, onde a participação alcançou 26,5%, a maior já registrada para o período, superando os 19,8% do mesmo trimestre em 2023. Em 2023, a participação da agropecuária baiana no PIB nacional foi de 5,5%, enquanto em 2024, até o terceiro trimestre, essa participação subiu para 7,1%. Esses dados preliminares indicam uma recuperação significativa em 2024, após uma queda observada em 2023. A estimativa do PIB da Bahia até o terceiro trimestre de 2024 é de R$ 349 bilhões, com o agronegócio contribuindo com aproximadamente R$ 83 bilhões, equivalente a 23,8% do total. O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da Bahia em 2024, calculado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), acumulou receitas de R$ 54 milhões. O segmento de "Lavouras" foi o mais expressivo, contribuindo com 81% do VBP total, seguido pela produção animal com 19%. Dentro do segmento de "Lavouras", os grãos lideraram com 57%, seguidos pelo cacau (12%), frutas (11%) e outras lavouras (20%). Na produção animal, os bovinos de corte foram a principal atividade, representando 57%, seguidos por aves (22%), leite (13%) e suínos e ovos (8%).

Com alta de 10,2%, safra de 2025 deve chegar a 322,6 milhões de toneladas

Com alta de 10,2%, safra de 2025 deve chegar a 322,6 milhões de toneladas
Foto: Gilson Abreu AEN/PR

A safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2025 deve somar 322,6 milhões de toneladas, uma alta de 10,2% em relação a 2024, com 29,9 milhões de tonelada a mais, de acordo com o 3º prognóstico do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (14) pelo IBGE. O acréscimo da produção deve-se à maior estimativa prevista, principalmente, para a soja (15,4% ou 22.347.519 t), para o milho 1ª safra (9,3% ou 2.124.233 t), para o milho 2ª safra (4,1% ou 3.736.047 t), para o arroz (8,1% ou 856.065 t), para o trigo (4,8% ou 360.657 t) e para o feijão 1ª safra (30,9% ou 276.071 t). O algodão herbáceo em caroço foi estimado com estabilidade na produção (0,0% ou 2.354 t), enquanto para o sorgo foi estimado um declínio de 3,2% ou -127.668 t. Em relação à área prevista, devem ter aumentos o feijão 1ª safra (6,3%), o arroz (5,8%), a soja (2,7%), o algodão herbáceo em caroço (1,6%) e o milho 2ª safra (1,2%). Por outro lado, deve haver queda na área do milho 1ª safra (-1,6%), do sorgo (-1,0%) e do trigo (-2,8%). Em relação ao 2º prognóstico, o crescimento foi de 2,5%, o que representou mais 7,8 milhões de toneladas.

Safra 2024/2025 da soja na Bahia deve atingir novo recorde de produção

Safra 2024/2025 da soja na Bahia deve atingir novo recorde de produção
Foto: Divulgação/Seagri

A safra de soja 2024/2025 na Bahia promete ser a maior da história. Com um crescimento expressivo em relação ao ano anterior, a produção da oleaginosa no estado deve alcançar novos patamares. Os dados divulgados pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) apontam para um aumento de 6,3% na produtividade, 7,8% na área plantada e 14,7% na produção total. Com a semeadura concluída, confirmou-se uma área plantada de 2,135 milhões de hectares, com expectativa de produção que poderá atingir 8,582 milhões de toneladas da oleaginosa. Esse resultado é fruto de um conjunto de fatores que convergiram para um cenário favorável à cultura da soja no estado. De acordo com o levantamento da Aiba, as condições climáticas, com um regime de chuvas adequado e temperaturas amenas, aliadas ao avanço tecnológico e à adoção de práticas agrícolas mais eficientes, contribuíram significativamente para o aumento da produtividade. Segundo o relatório, a produtividade média da safra 2024/25 estimada é de 67 sacas por hectare. “A conquista desse recorde consolida a Bahia como um dos principais polos produtores de soja do país, impulsionando a economia local e gerando emprego e renda para milhares de famílias. O Oeste da Bahia, principal região produtora de grãos do Nordeste, desempenha um papel fundamental nesse cenário, concentrando praticamente a totalidade dos grãos colhidos no estado”, frisa o secretário da agricultura da Bahia, Wallison Tum.

Prévia da inflação tem alta de 0,34% em dezembro e fecha 2024 em 4,71%

Prévia da inflação tem alta de 0,34% em dezembro e fecha 2024 em 4,71%
Daiane Mendonça/SECOM RO

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) 15 apresentou alta de 0,34% em dezembro, e fechou o ano de 2024 com variação acumulada de 4,71%. Em 2023, a prévia da inflação havia sido de 4,72%, sendo de 0,40% em dezembro. Já o IPCA-E, que é o IPCA-15 acumulado trimestralmente, ficou em 1,51% para o período entre outubro e dezembro deste ano. Os dados foram divulgados hoje (27) pelo IBGE. Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, cinco tiveram alta em dezembro. Alimentação e bebidas foi responsável não só pela maior variação (1,47%), como também pelo impacto positivo mais acentuado (0,32 p.p.). A maior variação acumulada no ano (8,00%) e a maior contribuição (1,68 p.p.) foram do mesmo grupo. Em dezembro de 2024, vale mencionar também os resultados de Despesas pessoais (1,36% e 0,14 p.p.) e Transportes (0,46% e 0,09 p.p.). Pelo lado negativo, o impacto mais expressivo em dezembro foi do grupo Habitação (-0,20 p.p. e -1,32%). Os demais ficaram entre o recuo de 0,52% de Artigos de residência, e o avanço de 0,34% de Vestuário. No grupo Alimentação e Bebidas, a alimentação no domicílio registrou variação de 1,56% em dezembro. Os aumentos do óleo de soja (9,21%), da alcatra (9,02%), do contrafilé (8,33%) e da carne de porco (8,14%) contribuíram para esse resultado. No sentido oposto, destacaram-se a batata-inglesa (-9,85%), o tomate (-6,71%) e o leite longa vida (-2,42%). A alimentação fora do domicílio, por sua vez, acelerou de 0,57% em novembro para 1,23% em dezembro. A refeição (1,34%) e o lanche (1,26%) tiveram variações superiores às observadas em novembro (0,38% e 0,78%, respectivamente). Em Despesas pessoais, a alta do cigarro (12,78%) foi determinante para o desempenho do segmento. Isso foi consequência do aumento da alíquota específica do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI, incidente sobre cigarros, a partir de 1º de novembro. Também houve altas nos subitens cinema, teatro e concertos (2,58%) e cabeleireiro e barbeiro (1,37%).

Ipea projeta crescimento de 3,5% do PIB neste ano e de 2,4% para 2025

Ipea projeta crescimento de 3,5% do PIB neste ano e de 2,4% para 2025
Foto: Helio Montferre/Ipea

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, nesta quarta-feira, 18 de dezembro, a Visão Geral da Conjuntura, uma análise do desempenho da economia brasileira. O Grupo de Conjuntura da Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Ipea revisou a projeção de crescimento do produto interno bruto (PIB) brasileiro de 3,3% para 3,5% em 2024 – mesmo prevendo nova desaceleração no quarto trimestre, com altas de 0,3% na comparação com ajuste sazonal e de 3,8% sobre o mesmo período do ano passado. Para 2025, a estimativa foi mantida em 2,4%. A projeção do PIB para o próximo ano manteve-se inalterada por conta dos níveis de incerteza embutidos nas previsões, que estão bastante elevados no momento. A expectativa de que a economia encerrará o ano com um crescimento superior ao esperado previamente pode compensar a piora verificada no balanço de riscos. Pela ótica da produção, o Ipea prevê uma alta de 0,5% para o setor de serviços, na comparação dessazonalizada, com crescimento de 3,6% interanual. Mesmo com o ritmo moderado, o Ipea espera que os serviços continuem como um dos principais motores de crescimento do PIB, acumulando altas de 3,7% e 2,4% para 2024 e 2025, respectivamente. A previsão para a indústria é de avanço de 0,3% na margem, com alta de 2,6% em relação ao quarto trimestre de 2023. Espera-se que o PIB industrial registre uma expansão de 3,3% em 2024, em um contexto de estoques ajustados e com o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) operando acima de sua média histórica. Já sob os efeitos do ciclo de aumento das taxas de juros iniciado em setembro, o Ipea estima um desempenho mais modesto em 2025, com crescimento acumulado de 2,3%. Em relação à produção agrícola, com base nas projeções para o resultado da lavoura em 2024, divulgadas pelo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os modelos do Ipea apontam para uma queda de 2,6% do PIB agropecuário no acumulado do ano e um crescimento projetado de 2,5% para 2025.

Oeste baiano supera Minas Gerais e se torna o maior polo de irrigação do Brasil

Oeste baiano supera Minas Gerais e se torna o maior polo de irrigação do Brasil
Foto: Barbosa de Menezes

O extremo oeste da Bahia conquistou o posto de maior polo de irrigação por pivôs centrais no Brasil, ultrapassando o Noroeste de Minas Gerais, que liderava o ranking até recentemente. A revelação é de levantamento realizado pela Embrapa, com dados até outubro de 2024, que mostrou uma expansão de quase 300 mil hectares irrigados no País em relação à última análise, feita em 2022, pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). De acordo com o levantamento atual, 2,2 milhões de hectares são irrigados por pivôs centrais no Brasil. Em 2022, a área correspondia a 1,92 milhão de hectares. Os resultados obtidos com o levantamento mostraram uma área de 2.200.960 hectares irrigada por 33.846 pivôs centrais, com um acréscimo de 140.842 hectares e 3.807 novos equipamentos de irrigação. Os municípios com as maiores áreas irrigadas por pivôs centrais no País são São Desidério, na Bahia, com 91.687 hectares; Paracatu, em Minas, com 88.889 hectares; Unaí, também em Minas Gerais, com 81.246 hectares; Cristalina, em Goiás, com 69.579 hectares; e Barreiras, na Bahia, com 60.919 hectares.

Safra de 2025 deve ter crescimento de 7% frente a 2024, diz IBGE

Safra de 2025 deve ter crescimento de 7% frente a 2024, diz IBGE
Foto: Wilson Rodrigues/Governo do Tocantins

O Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (12) pelo IBGE, mostra que a safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve totalizar 314,8 milhões de toneladas em 2025. Trata-se de um valor 7,0% ou 20,5 milhões de toneladas maior do que a safra obtida em 2024. O acréscimo da produção deve-se à maior estimativa prevista, principalmente, para a soja (12,9% ou 18 656 679 t), para o milho 1ª safra (9,3%ou 2 128 619t), para o arroz (6,5% ou 686 911 t) e para o feijão 1ª safra (29,0% ou 262 238 t). Para o algodão herbáceo em caroço foi estimado declínio de 0,8% ou - 40.885 toneladas; para o milho 2ª safra, declínio de 0,1% ou -136 331 toneladas; enquanto para o sorgo e para o trigo foram estimadas reduções de 4,9% ou -199 584 toneladas e 10,9% ou - 891 102 toneladas, respectivamente. A área total estimada para cultivo de cereais, leguminosas e oleaginosas, em 2025, foi de 79,8 milhões de hectares, crescimento de 0,8% em relação a 2024. Com relação à área prevista, apresentam variações positivas o arroz em casca (5,2%), o feijão 1ª safra (7,1%), o algodão herbáceo em caroço (1,0%), o milho 2ª safra (0,9%) e a soja (1,4%), e variação negativa para o milho 1ª safra (-1,9%), para o sorgo (-4,7%) e para o trigo (-3,9%). Houve aumentos nas estimativas de produção no Mato Grosso (1,9%), no Paraná (11,0%), no Rio Grande do Sul (12,4%), no Mato Grosso do Sul (24,1%), em Minas Gerais (6,1%), em Goiás (5,0%), na Bahia (6,7%), em São Paulo (16,3%), no Tocantins (0,3%), em Santa Catarina (4,6%), no Piauí (2,3%) e em Rondônia (10,6%). Os declínios nas estimativas da produção são esperados para o Maranhão (-0,2%), para Sergipe (-1,7%) e para o Pará (-7,7%).

PIB baiano cresce 3,6% no 3º trimestre e acumula alta de 3,1% em 2024

PIB baiano cresce 3,6% no 3º trimestre e acumula alta de 3,1% em 2024
Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Resultados divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) mostram que o nível de atividade econômica do estado, medido pelo Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 3,6% no terceiro trimestre de 2024 em comparação ao mesmo período de 2023. Os dados ajustados sazonalmente, onde é comparada a evolução entre o segundo e terceiro trimestre de 2024, sinalizam que a economia baiana cresceu 0,8%. Em 2024, considerando os resultados acumulado de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2023, o crescimento é de 3,1%. No 3º trimestre de 2024, o PIB baiano totalizou R$ 114,4 bilhões, sendo R$ 99,6 bilhões referentes ao Valor Adicionado (VA) e R$ 14,8 bilhões aos impostos. Com relação aos grandes setores econômicos, a agropecuária apresentou Valor Adicionado de R$ 10,9 bilhões, a indústria R$ 23,5 bilhões e os serviços R$ 65,2 bilhões. No ano, até o terceiro trimestre de 2024, os resultados acumulados mostram PIB corrente equivalente a R$ 349 bilhões, sendo R$ 307,7 bilhões de Valor Adicionado e R$ 41,3 bilhões de impostos. Já os grandes setores econômicos registram os seguintes resultados acumulados no Valor Adicionado: agropecuária (R$ 38,9 bilhões), indústria (R$ 62,7 bilhões) e serviços (R$ 206,1 bilhões).

Influenciada por alimentação, Inflação tem alta 0,39% em novembro

Influenciada por alimentação, Inflação tem alta 0,39% em novembro
Foto: Sudoeste Total

A inflação do país teve alta de 0,39% em novembro, caindo 0,17 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior (0,56%). O resultado foi influenciado pelas altas no grupo Alimentação e bebidas (1,55%), após aumento nos preços das carnes (8,02%), no grupo Transportes (0,89%), impulsionado pelo aumento da passagem aérea (22,65%), e no grupo Despesas pessoais (1,43%), influenciado pelo aumento do cigarro (14,91%). No ano, a inflação acumulada é de 4,29% e, nos últimos 12 meses, de 4,87%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado hoje (10) pelo IBGE. Em termos de impacto no índice geral de novembro, Alimentação e bebidas exerceu 0,33 p.p, sendo que, entre os subitens, contrafilé, alcatra, refeição, óleo de soja e costela pressionaram para este aumento, com o impacto de 0,03 p.p cada. O grupo de Transportes registrou alta de 0,89%, influenciada pelo subitem passagem aérea, que subiu 22,65% e contribuiu com 0,13 p.p., maior impacto individual no índice do mês. Já os combustíveis caíram -0,15%, influenciados pelas quedas nos preços do etanol (-0,19%) e da gasolina (-0,16%). Por sua vez, gás veicular (0,09%) e óleo diesel (0,03%) registraram variações positivas. Em Despesas Pessoais (1,43% e 0,14 p.p.), o resultado foi influenciado principalmente pelo cigarro (14,91% e 0,07 p.p.). Em 1º de novembro, houve aumento da alíquota específica do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI incidente sobre cigarros. Altas também foram observadas nos subitens pacote turístico (4,12%) e hospedagem (2,20%). Por outro lado, a maior queda registrada em novembro veio de Habitação, com taxa de -1,53% e -0,24 p.p de impacto no índice geral. O resultado foi impactado pelo subitem energia elétrica residencial, que caiu 6,27% em novembro, com a vigência da bandeira tarifária amarela a partir de 1º de novembro, que acrescentou R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Além disso, foram verificados os seguintes reajustes tarifários: de 4,97% em Goiânia (-2,13%), a partir de 22 de outubro; redução de 2,98% em Brasília (-9,30%), a partir de 22 de outubro; e redução de 2,88% em uma das concessionárias de São Paulo (-7,23%), a partir de 23 de outubro.

Pela primeira vez, abate de bovinos atinge mais de dez milhões de cabeças em um trimestre

Pela primeira vez, abate de bovinos atinge mais de dez milhões de cabeças em um trimestre
Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE

No 3º trimestre de 2024, o abate de bovinos registrou alta de 15,3% em comparação ao 3º trimestre de 2023 e acréscimo de 3,9% frente ao 2° trimestre de 2024. O total de cabeças abatidas chegou a 10,37 milhões, ultrapassando pela primeira vez a marca de dez milhões de cabeças em um trimestre. Houve, também, recordes no abate de suínos e de frangos. Os dados são os resultados completos das Estatísticas da Produção Pecuária para o 3º trimestre de 2024, divulgados nesta quinta-feira (5) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao mesmo período de 2023, foram abatidas 1,37 milhão de cabeças de bovinos a mais no 3º trimestre de 2024, com altas em 25 das 27 unidades da federação (UFs). O abate de fêmeas aumentou 19,6% em relação ao 3º trimestre de 2023, influenciado pela queda do preço dos bezerros no comparativo anual, enquanto o abate de machos subiu 12,5%.

Prévia da inflação é de 0,62% em novembro, diz IBGE

Prévia da inflação é de 0,62% em novembro, diz IBGE
Foto: Sudoeste Total

A prévia da inflação de novembro apresentou alta de 0,62%, após o índice de 0,54% registrado em outubro. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), divulgado hoje (26) pelo IBGE, aponta que a maior variação e o maior impacto positivo vieram do grupo Alimentação e bebidas, com 1,34% e 0,29 p.p., respectivamente. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,35% e, nos últimos 12 meses, a variação foi de 4,77%, acima dos 4,47% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2023, a taxa havia sido de 0,33%. Com exceção de Educação, cujos preços recuaram 0,01%, oito dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta no mês de novembro. O destaque foi Alimentação e bebidas, responsável pela maior variação e o maior impacto no índice. Houve uma aceleração no resultado desse grupo em relação a outubro, quando teve variação de 0,87%. Os grupos Despesas Pessoais (0,83% e 0,08 p.p.) e Transportes (0,82% e 0,17 p.p.) completam o ranking das três maiores variações neste mês. No grupo Alimentação e bebidas, a alimentação no domicílio acelerou de 0,95% para 1,65% no mês de novembro. Os aumentos do óleo de soja (8,38%), do tomate (8,15%) e das carnes (7,54%) contribuíram para o resultado. Entre as carnes, o acém (10,02%) foi o que teve o maior aumento. Entre as quedas, destacam-se a cebola (-11,86%), o ovo de galinha (-1,64%) e as frutas (-0,46%). A alimentação fora do domicílio desacelerou de 0,66% para 0,57%, no mesmo período, em virtude da alta menos intensa da refeição (de 0,70% em outubro para 0,38% em novembro). Por sua vez, a variação do lanche aumentou de 0,76% para 0,78%.

Exportações do Agronegócio Baiano Batem Recorde em Outubro, Impulsionadas por Cacau, Café e produtos florestais

Exportações do Agronegócio Baiano Batem Recorde em Outubro, Impulsionadas por Cacau, Café e produtos florestais
Foto: Divulgação/Seagri

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura do Estado da Bahia (Seagri) informou nesta sexta-feira (22) que as exportações do agronegócio baiano atingiram um novo recorde em outubro de 2024, totalizando US$ 745 milhões. Esse valor representa um crescimento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram comercializados US$ 635 milhões, e é o maior da série para o mês, de acordo com dados do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O complexo do cacau e seus derivados foi um dos destaques. Em outubro de 2023, o valor exportado foi de 19,8 milhões de dólares. Já no mesmo período deste ano, as exportações desse setor atingiram US$ 48,1 milhões, representando um aumento significativo, puxado pela alta nas cotações da amêndoa em todo o mundo. Pelo mesmo motivo, o café também contribuiu para esse salto nas exportações. Em outubro de 2023, a Bahia exportou US$ 15,4 milhões em café. Já no mesmo período deste ano, o valor quase dobrou, chegando a US$ 29,3 milhões de dólares. Outros produtos como fibras, produtos têxteis e o complexo soja também contribuíram para o bom desempenho das exportações. No setor de produtos florestais, a exemplo da celulose, as exportações saltaram de US$ 101,9 milhões em outubro de 2023 para US$ 155 milhões em outubro de 2024. O agro baiano exporta seus produtos para mais de cem destinos, como China, Europa e Estados Unidos.

Plantio da soja avança na região oeste da Bahia

Plantio da soja avança na região oeste da Bahia
Fonte: Ascom/Seagri

A safra de grãos 2024/2025 no oeste da Bahia segue em andamento, com os produtores intensificando as atividades de semeadura, especialmente da soja. De acordo com dados da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), desde o início da safra, em 8 de outubro, a semeadura contou com um avanço significativo, impulsionado pela ampliação da janela de cultivo no estado. No entanto, a distribuição irregular das chuvas nas diferentes microrregiões tem sido um desafio para os agricultores. Períodos de estiagem intercalados com chuvas intensas têm exigido um manejo preciso das lavouras. Além disso, a presença de pragas como percevejos-barriga-verde e larva-minadora tem demandado atenção especial dos produtores, que intensificaram o monitoramento fitossanitário. A Aiba destaca que, até o momento, cerca de 191 mil hectares de soja já foram plantados, representando 9% da área total estimada. O ritmo de semeadura tem sido acelerado, porém a decisão de semear toda a área planejada tem sido influenciada pelas condições climáticas. As previsões indicam um aumento nas precipitações nas próximas semanas, o que pode favorecer a continuidade do plantio. Segundo o relatório da Aiba, a soja, principal cultura da região, deve ocupar 2,129 milhões de hectares, representando um crescimento de 7,5% em relação à safra anterior. O algodão também tende a apresentar um crescimento significativo, com uma área estimada em 380 mil hectares, aumento de 10% em relação à safra anterior. Por outro lado, a área cultivada com milho deve registrar uma redução de 8,9%, atingindo 123 mil hectares. Essa queda é atribuída à desvalorização do preço do milho no mercado, desestimulando os produtores. O sorgo, por sua vez, deve apresentar um crescimento de 6,7%, com uma área estimada em 160 mil hectares.

Inflação acelera para 0,56% em outubro, impulsionada pela alta da energia elétrica

Inflação acelera para 0,56% em outubro, impulsionada pela alta da energia elétrica
Foto: Sudoeste Total

A inflação do país acelerou para 0,56% em outubro, subindo 0,12 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior (0,44%). O resultado foi influenciado pelas altas no grupo Habitação (1,49%), após aumento nos preços da energia elétrica residencial (4,74%), e no grupo Alimentação e bebidas (1,06%), impulsionado pelo aumento das carnes (5,81%). No ano, a inflação acumulada é de 3,88% e, nos últimos 12 meses, de 4,76%. Os dados são do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta sexta-feira (8) pelo IBGE. Em termos de impacto no índice geral de outubro, tanto Habitação quanto Alimentação e Bebidas exerceram influência de 0,23 p.p no índice geral., sendo que, entre os subitens, a energia elétrica residencial foi o que mais pressionou o resultado, com 0,20 p.p. de impacto. O grupo de Alimentação e bebidas registrou alta de 1,06%, com aumento de preços na alimentação no domicílio, que passou de 0,56% em setembro para 1,22% em outubro. Foram observados aumentos nos preços das carnes (5,81% e 0,14 p.p. de impacto), com destaque para os seguintes cortes: acém (9,09%), costela (7,40%), contrafilé (6,07%) e alcatra (5,79%). A alimentação fora do domicílio, com alta de 0,65%, registrou variação superior à de setembro (0,34%). O subitem refeição acelerou de 0,18% para 0,53%, enquanto o lanche acelerou de 0,67% para 0,88%. Por outro lado, a única queda registrada em outubro veio de Transportes, com taxa de -0,38% e -0,08 p.p de impacto no índice geral. O resultado foi influenciado principalmente pelas passagens aéreas, com queda de -11,50% nos preços e -0,07 p.p. de impacto no índice geral. Trem (-4,80%), metrô (-4,63%), ônibus urbano (-3,51%) e integração transporte público (-3,04%) também contribuíram para o resultado negativo do grupo. O resultando desses subitens é explicado em decorrência das gratuidades concedidas à população nos dias das eleições municipais que aconteceram em outubro. Em relação aos combustíveis (-0,17%), houve queda no etanol (-0,56%), no óleo diesel (-0,20%) e na gasolina (-0,13%), enquanto o gás veicular (0,48%) registrou alta.

Com baixa nas exportações, manga sobra no mercado interno e preços despencam na Bahia

Com baixa nas exportações, manga sobra no mercado interno e preços despencam na Bahia
Foto: Sudoeste Total

A crise na produção de mangas do Vale do São Francisco, principalmente na Bahia, se aprofunda a cada semana. Os produtores enfrentam um cenário de preços historicamente baixos, comprometendo a viabilidade de suas atividades. Na semana passada, a variedade Palmer foi comercializada a apenas R$ 0,90/kg, enquanto a Tommy atingiu R$ 0,62/kg, representando quedas de até 30% em relação à semana anterior, de acordo com a cotação de preços diária feita pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri). A principal causa desse desequilíbrio no mercado é a oferta excessiva da fruta, resultado da baixa demanda externa. A exportação para os Estados Unidos, principal destino da manga brasileira, foi significativamente reduzida nos últimos meses devido a problemas logísticos, como a greve nos portos norte-americanos. Com o excesso de produto no mercado interno, os preços entraram em queda livre, pressionando as margens dos produtores. A perspectiva para as próximas semanas não é animadora, avaliam os técnicos da Seagri. A expectativa é de que os preços continuem baixos até o fim do ano, uma vez que a demanda interna não é suficiente para absorver toda a produção. A recuperação dos preços dependerá da normalização das exportações para os Estados Unidos, o que pode ocorrer gradualmente com o fim da greve nos portos. Diante desse cenário desafiador, os produtores de manga do Vale do São Francisco buscam alternativas para minimizar os prejuízos e garantir a sustentabilidade da atividade. Entre as medidas adotadas estão a redução dos custos de produção, a diversificação da produção e a busca por novos mercados consumidores.

Receita do café arábica pode crescer R$ 22 bi por ano com o uso manejado de abelhas

Receita do café arábica pode crescer R$ 22 bi por ano com o uso manejado de abelhas
Foto: Gustavo Facanalli

Cientistas da Embrapa Meio Ambiente (SP) e da Syngenta Proteção de Cultivos no Brasil investigaram o efeito da inserção de colônias de abelhas manejadas em fazendas de São Paulo e Minas Gerais, as principais regiões produtoras de café arábica no Brasil. De acordo com o estudo, a polinização assistida aumenta a produtividade e a qualidade do café, o que pode elevar a receita anual do arábica em até R$ 22 bilhões. Os dados demonstraram que a presença das abelhas introduzidas aumentou a produtividade em 16,5%, passando de 32,5 para 37,9 sacas por hectare. A qualidade do café, por exemplo, avaliada pela nota sensorial da bebida, aumentou em 2,4 pontos, promovendo a classificação de grãos de regulares para especiais em algumas fazendas. Esse salto de qualidade elevou o valor da saca em 13,15%, o que representa um ganho de US$ 25,40 por saca. O foco foi o rendimento, a qualidade e o valor de mercado do café arábica e o fato de que a polinização assistida gera impactos econômicos significativos na cafeicultura. O experimento, conduzido entre 2021 e 2023, controlou a quantidade de abelhas manejadas nas lavouras, permitindo uma comparação direta entre as áreas com e sem polinização assistida. A inserção das colmeias foi realizada em uma extremidade de cada talhão, enquanto a outra extremidade contou apenas com a polinização natural. O objetivo foi determinar se, nas condições reais da cafeicultura brasileira, o aumento de polinizadores poderia gerar ganhos palpáveis em produtividade e qualidade. A introdução de abelhas africanizadas (Apis mellifera) desempenhou um papel crucial na melhoria dos resultados. A introdução das colmeias não só aumentou a quantidade de grãos por hectare, como também influenciou positivamente a qualidade do produto final. O aumento da nota sensorial, que leva em consideração características como sabor e aroma, permitiu que parte da produção alcançasse o status de café especial, um mercado com valor agregado substancialmente maior. "O uso de abelhas manejadas demonstra uma clara oportunidade de ganho econômico, ao mesmo tempo em que contribui para uma agricultura mais sustentável e eficiente", afirmou Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa e um dos líderes do estudo.

Projeção aponta que produção de grãos atingirá 379 milhões de toneladas nos próximos dez anos, com crescimento de 27%

Projeção aponta que produção de grãos atingirá 379 milhões de toneladas nos próximos dez anos, com crescimento de 27%
Foto: Divulgação/MAPA

A projeção de produção do agro brasileiro para os próximos dez anos mostra importante crescimento nas principais cultura, como soja, milho da safra de inverno, arroz, feijão, sorgo e trigo. As culturas perenes como café, cacau e frutas também sinalizam um crescimento sustentável no período. Os dados são do estudo Projeções do Agronegócio, Brasil 20203/2024 a 2033/2034, realizado pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Neste período, a área plantada aumentará 15,5%, atingindo 92,2 milhões de hectares, mostrando a produtividade como importante fator de crescimento na próxima década, como indica o estudo. As culturas que terão maior crescimento nas áreas plantadas são soja (25,1%), milho da safra de inverno (24,9%), trigo (18,4%), arroz (+20,3%) e, feijão (+38,1%).  A participação do consumo interno de milho, farelo e óleo de soja sustentam o crescimento na produção de proteína de origem animal, mantendo o consumo interno e garantindo as exportações destas proteínas, de 24,7 milhões de toneladas. 

Bahia domina o agronegócio nordestino, com 8 cidades entre as 100 mais ricas do agro no Brasil

Bahia domina o agronegócio nordestino, com 8 cidades entre as 100 mais ricas do agro no Brasil
Foto: Seagri

A Bahia se destaca como a grande potência do agronegócio no Nordeste, com nada menos que 8 de seus municípios entre os 100 mais ricos do Brasil no setor. O feito foi revelado em um estudo recente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), que analisou a produção agrícola de 5.563 cidades brasileiras. Dentre as 13 cidades nordestinas presentes no ranking, 8 são baianas, demonstrando a força do estado na produção agrícola. São Desidério, no Oeste do estado, lidera a lista baiana e ocupa a segunda posição no ranking nacional, com uma produção avaliada em R$ 7,7 bilhões, focada no cultivo de grãos. Em seguida, aparecem Formosa do Rio Preto (7º lugar, R$ 5,7 bilhões), Barreiras (25º lugar, R$ 3,1 bilhões), Correntina (28º lugar, R$ 3 bilhões), Luís Eduardo Magalhães (32º lugar, R$ 2,7 bilhões), Riachão das Neves (48º lugar, R$ 2 bilhões), Jaborandi (62º lugar, R$ 1,6 bilhão) e Juazeiro (66º lugar, R$ 1,5 bilhão). As lavouras de grãos e frutas são as grandes responsáveis por esses números. A produção de soja, milho e algodão, além de culturas como manga, maracujá, banana e uva, tem sido fundamental para o sucesso do setor no estado. 

Oito municípios do agronegócio mais ricos do País em 2023 estão na Bahia, sendo 7 na região oeste

Oito municípios do agronegócio mais ricos do País em 2023 estão na Bahia, sendo 7 na região oeste
Foto: Divulgação/SEAGRI

O Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Secretaria de Política Agrícola (Mapa/SPA), mapeou os 100 municípios mais ricos do Brasil no agronegócio. A análise se baseia nos dados da pesquisa anual do IBGE sobre a Produção Agrícola Municipal (PAM). Em 2023, a produção agrícola brasileira alcançou um valor total de R$ 814,5 bilhões, sendo que os 100 municípios mais produtivos contribuíram com 31,9% desse montante, totalizando R$ 260 bilhões. Dos 100 municípios que aparecem na lista, 8 deles estão na Bahia. São Desidério, no oeste do Estado, aparece na segunda posição no Ranking com R$ 7.789.575 de produção. Também no oeste, estão listadas as cidades de Formosa do Rio Preto (R$ 5.789.526), Barreiras (R$ 3.116.859), Correntina (R$ 3.027.527), Luís Eduardo Magalhães (R$ 2.705.861) Riachão das Neves (R$ 2.096.875) e Jaborandi (R$ 1.678.892). Juazeiro, na região norte com R$ 1.595.439 completa a lista. A região Centro-Oeste se destacou, com o estado de Mato Grosso à frente, abrigando 36 dos municípios mais produtivos do país. Sorriso (MT) ocupou a primeira posição, com uma produção de R$ 8,3 bilhões, seguido por São Desidério (BA), com R$ 7,8 bilhões. Entre os produtos, a soja permanece no topo, representando R$ 348,6 bilhões, ou 42,8% do valor total da produção agrícola. O milho também apresentou resultados significativos, com R$ 101,8 bilhões, seguido pela cana-de-açúcar, com R$ 101,9 bilhões. Culturas como algodão, café e laranja também tiveram grande importância, demonstrando a diversidade da produção agrícola brasileira. Sapezal (MT) e São Desidério (BA) respondem por mais de 30% da produção de algodão.

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