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Mulher denuncia ameaças e dano ao patrimônio em Guanambi

Mulher denuncia ameaças e dano ao patrimônio em Guanambi
Foto: Divulgação/17º BPM
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Uma mulher de 39 anos denunciou ter sido vítima de ameaças e dano material na noite de quinta-feira (18) no bairro Ipiranga, em Guanambi.


De acordo com a Polícia Militar, equipes do 17º BPM foram acionadas pelo Centro Integrado de Comunicações (Cicom) para averiguar a ocorrência. No local, a vítima relatou que duas mulheres, identificadas apenas como mãe e filha, estiveram em sua residência e ameaçaram invadir o imóvel.


Segundo a solicitante, ao perceberem que a Polícia Militar havia sido acionada, as suspeitas fugiram em um veículo Fiat Uno de cor branca. Antes de deixarem o local, elas teriam chutado e danificado o portão da residência.


A mulher informou ainda aos policiais que conhece as autoras da cidade de Caetité e que possui desavenças anteriores com ambas, mas não soube informar os nomes das suspeitas.


Após o atendimento, a guarnição realizou rondas nas imediações na tentativa de localizar o veículo e as envolvidas, porém sem êxito.


A vítima foi orientada a registrar a ocorrência na Delegacia de Polícia, onde o caso deverá ser investigado e as medidas cabíveis adotadas.

Servidora de Rio de Contas diz ter sido demitida após repostar publicação de ACM Neto e denuncia perseguição política

Servidora de Rio de Contas diz ter sido demitida após repostar publicação de ACM Neto e denuncia perseguição política
Foto: Reprodução/Redes sociais
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Uma servidora do município de Rio de Contas, na Chapada Diamantina, afirma ter sido demitida do Hospital Municipal por motivação política após repostar uma publicação do pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). De acordo com o Correio 24h, a técnica em radiologia Vivian Freitas Viana relatou que foi desligada da função no último dia 8 de junho e denunciou ter sofrido pressão para demonstrar apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT).


Rio de Contas é administrada pelo prefeito Célio Evangelista da Silva (PSD), aliado político do governador. O caso ganhou repercussão após Vivian publicar um desabafo nas redes sociais relatando as circunstâncias que, segundo ela, levaram à sua exoneração.


De acordo com a ex-servidora, tudo começou quando a direção do hospital orientou os funcionários a comparecerem a um evento que marcaria a visita de Jerônimo Rodrigues ao município.


“A diretora do hospital falou assim pra mim: ‘Vivian, já falei com todo mundo, é para você estar lá na recepção do governador’. Eu olhei assim e falei: ‘tá bom, eu vou. Agora, não me obrigue a votar nele, tá? Porque eu sou a ACM Neto’”, contou.


Vivian afirmou que, no dia do evento, precisou levar um de seus gatos para atendimento veterinário de urgência em Livramento de Nossa Senhora, o que a impossibilitou de participar da recepção ao governador. Segundo ela, a situação foi comunicada à direção do hospital por meio de mensagem.


Dias depois, a técnica em radiologia disse ter sido convocada para uma reunião na Secretaria Municipal de Saúde, ocasião em que recebeu a informação sobre o desligamento. Na avaliação dela, a decisão teve motivação ideológica.


“Eu perguntei se era questão política. Ela respondeu: ‘é, Vivian, você estava postando coisas do ACM Neto’. Eu falei assim: ‘mas eu sou a favor do ACM Neto. O que que tem a ver isso com prefeito? Não tem nada a ver isso. Eu votei em Célio, eu não votei na esquerda, eu votei só nele’. Mas estão perseguindo muito a gente”, relatou.


A ex-servidora afirmou ainda que outros funcionários públicos do município também estariam sendo perseguidos em razão de posicionamentos políticos.


“Tinha uma moça que trabalhava na escola por 17 anos, foi demitida também. E a questão de tirar fotos... eu não sabia que a ACM Neto ia estar aqui, senão eu teria ido mesmo de noite, tirado a foto e voltava pra casa”, declarou.


Até o momento, não há informação sobre eventual posicionamento oficial da Prefeitura de Rio de Contas ou da Secretaria Municipal de Saúde a respeito das acusações feitas pela ex-servidora. O espaço permanece aberto para manifestação das partes citadas.

MPF reafirma acusações contra Eduardo Bolsonaro por suposta coação em processo no STF

MPF reafirma acusações contra Eduardo Bolsonaro por suposta coação em processo no STF
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil
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O Ministério Público Federal (MPF) reiterou, nesta terça-feira (16), as acusações contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo, previsto no artigo 344 do Código Penal. O julgamento teve início na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF).


Segundo a denúncia apresentada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet Branco, Eduardo Bolsonaro teria articulado sanções do governo dos Estados Unidos contra a economia brasileira e contra ministros do STF com o objetivo de influenciar ou impedir o andamento da ação penal que apura a suposta participação do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma tentativa de golpe de Estado e de abolição do Estado Democrático de Direito.


De acordo com o MPF, as provas reunidas apontam que as ações atribuídas ao ex-deputado ocorreram em julho de 2025 e foram divulgadas publicamente, tanto pela imprensa quanto pelo próprio acusado por meio das redes sociais. Vídeos e publicações mostrariam o detalhamento de reuniões e tratativas com autoridades norte-americanas, além de manifestações que, segundo a acusação, buscavam interromper o julgamento do ex-presidente e afastá-lo de eventuais condenações.


O órgão também sustenta que as medidas adotadas pelos Estados Unidos provocaram impactos econômicos. Conforme os dados apresentados, as exportações brasileiras para o mercado norte-americano caíram de US$ 3,822 bilhões em julho de 2025 para US$ 2,762 bilhões em agosto do mesmo ano, uma redução de 27,7%. Na comparação com agosto de 2024, a queda foi de 18,5%.


Ainda segundo o MPF, oito dos 11 ministros do STF tiveram os vistos para os Estados Unidos suspensos. O ministro Alexandre de Moraes, relator da ação envolvendo Jair Bolsonaro, chegou a ser alvo de sanções com base na Lei Magnitsky, medida posteriormente revertida após negociações diplomáticas entre os dois países.


Ao sustentar a acusação, o subprocurador-geral da República Antônio Edílio Magalhães Teixeira afirmou que Eduardo Bolsonaro comemorou as sanções em vídeos divulgados na internet e condicionava a reversão das medidas à liberação do ex-presidente, o que, segundo o Ministério Público, demonstra a intenção de interferir no processo judicial.


O crime de coação no curso do processo consiste no uso de violência ou grave ameaça para favorecer interesse próprio ou de terceiros contra autoridade, parte ou qualquer pessoa envolvida em processo judicial. A pena prevista é de reclusão de um a quatro anos, além de multa, podendo ser aumentada em razão da continuidade das condutas investigadas.


O empresário Paulo Figueiredo também foi denunciado pelos mesmos fatos. No entanto, a ação penal relacionada a ele foi desmembrada e seguirá tramitação em processo próprio.

Homem é detido por suspeita de importunação sexual contra criança em Macaúbas

Homem é detido por suspeita de importunação sexual contra criança em Macaúbas
Foto: Divulgação/PMM
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Um homem foi detido pela Polícia Militar no domingo (14), em Macaúbas, no Sudoeste da Bahia, suspeito de importunação sexual contra uma criança. O caso ocorreu por volta das 17h15, após denúncias de que o suspeito teria abordado a vítima em uma praça pública da cidade.


Ao receber o chamado, uma guarnição da 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) foi ao local e encontrou o homem detido por populares em um bairro do município. A vítima confirmou a abordagem inadequada aos policiais, que acionaram o Conselho Tutelar para prestar apoio especializado à criança e à família.


O suspeito, a criança e sua mãe foram encaminhados à Delegacia Territorial de Ibotirama para a adoção das medidas legais. A Polícia Civil registrou a ocorrência e dará continuidade às investigações para apurar as circunstâncias do fato.

Caso de cachorro atropelado por suposto ônibus da Prefeitura de Paramirim segue sem esclarecimentos após mais de um mês

Caso de cachorro atropelado por suposto ônibus da Prefeitura de Paramirim segue sem esclarecimentos após mais de um mês
Foto: Sudoeste Total
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O atropelamento de um cachorro ocorrido em Paramirim, no último dia 4 de maio, segue sem uma resposta por parte das autoridades responsáveis. Mais de um mês após o caso, moradores cobram esclarecimentos e eventual responsabilização dos envolvidos.


O episódio ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação de imagens de câmeras de segurança que mostram o momento em que um ônibus realiza uma manobra e, em seguida, passa por cima do animal, que estava deitado às margens da avenida. Segundo relatos de moradores, o veículo seria, supostamente, um ônibus pertencente à Prefeitura de Paramirim e utilizado no transporte escolar.


As imagens foram divulgadas pela moradora Marília Grabriele Bezerra em seu perfil no Instagram. De acordo com ela, o caso aconteceu por volta das 17h07, em frente a uma loja.


"Acabou de acontecer uma coisa... um absurdo lá na frente da loja. Um ônibus da prefeitura que leva as crianças pra escola e traz pra casa passou por cima de um cachorro, não parou, nem nada. Eu vou deixar as imagens das câmeras pra vocês tirarem suas próprias conclusões", afirmou.


Marília relatou ainda que estava do lado de fora do estabelecimento, mas entrou para atender uma cliente. Ao retornar, ouviu o animal agonizando.


"Eu tava do lado de fora, entrei pra falar com a cliente e aí só escutei o cachorro uivando, chorando. Quando eu saí, o ônibus já tinha ido embora e o cachorro tá morto na frente da loja. Então, um absurdo. Um ônibus que carrega criança, ele poderia ter desviado, ter buzinado, feito alguma coisa, mas matar o cachorro não", disse.


A repercussão do caso provocou indignação entre moradores e defensores da causa animal. Saadia Karoline classificou as imagens como perturbadoras e cobrou providências.


"O animal estava deitado, ele foi brutalmente assassinado. Essas imagens são retrato do que está se tornando a humanidade. É um ato de extrema crueldade. Os animais em situação de rua não são coisas, eles são vidas", afirmou.


Ela também destacou que, pelas imagens, o motorista teria realizado a manobra antes de atingir o cachorro.


"O ônibus estava do outro lado. Ele atravessa a pista, faz a manobra e passa em cima do cachorro. Esse animal foi assassinado. É uma vida que foi tirada. Cenas chegam a ser perturbadoras, um ato de extrema crueldade e que não pode de maneira nenhuma passar impune", declarou.


Até o momento, não há informações sobre a instauração de investigação ou manifestação oficial acerca do caso. A reportagem não localizou posicionamento da Prefeitura de Paramirim sobre o episódio. Enquanto isso, moradores seguem cobrando esclarecimentos e medidas para que a morte do animal não fique impune.

TCM rejeita pedido liminar para suspender pagamentos de contrato da Câmara de Anagé

TCM rejeita pedido liminar para suspender pagamentos de contrato da Câmara de Anagé
Foto: Sudoeste Total
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O conselheiro Nelson Pellegrino, do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA), indeferiu o pedido liminar para suspensão dos pagamentos decorrentes do Contrato nº 01/2025, firmado entre a Câmara Municipal de Anagé e a empresa Brandão Assessoria e Consultoria Contábil LTDA, no valor de R$ 264 mil.


A decisão monocrática foi proferida na quinta-feira, 11 de junho, no âmbito do Processo TCM nº 17156e26, após denúncia apresentada pelos vereadores Admilson de Oliveira Damasceno, Alan Oliveira Prado, Erinaldo de Sousa Santos, Jadiel Portugal Santos e Rafael Lima Soares contra o presidente da Câmara, Messias Vieira da Silva.


Os parlamentares questionaram a Inexigibilidade Licitatória nº 01/2025, destinada à contratação de serviços de consultoria e assessoria contábil e financeira para o exercício de 2025. Segundo os denunciantes, a contratação direta não teria atendido aos requisitos previstos na Lei nº 14.133/2021, especialmente quanto à comprovação da notória especialização da empresa contratada e à justificativa da compatibilidade dos preços praticados.


A denúncia também aponta que teriam sido anexados ao processo documentos sem relação com o objeto contratado, como certificado de formação de pregoeiro, diploma de conselheira tutelar e contratos na área de recursos humanos, o que, segundo os vereadores, indicaria tentativa de ampliar artificialmente o acervo profissional apresentado. Eles ainda sustentaram que os serviços contratados não envolveriam alta complexidade, levantando suspeitas de sobrepreço e superfaturamento.


Ao analisar o pedido cautelar, o conselheiro entendeu que o Tribunal não possui competência para determinar a suspensão do contrato ou de sua execução, atribuição que, conforme interpretação do artigo 71 da Constituição Federal, cabe ao Poder Legislativo.


Em relação ao pedido de suspensão dos pagamentos, Nelson Pellegrino avaliou que não houve demonstração de risco concreto, iminente e irreparável ao erário, nem comprovação de que eventual decisão de mérito pudesse perder sua utilidade. Diante da ausência dos requisitos legais para a concessão da medida cautelar, o relator conheceu parcialmente a denúncia e indeferiu o pedido liminar.


Na mesma decisão, o conselheiro determinou a notificação do presidente da Câmara de Anagé, Messias Vieira da Silva, e da empresa Brandão Assessoria e Consultoria Contábil LTDA para que apresentem defesa no prazo de 20 dias, sob pena de julgamento à revelia. Também foi solicitada a apresentação da íntegra do processo administrativo referente à Inexigibilidade Licitatória nº 01/2025 e de outros documentos considerados relevantes para a apuração dos fatos.


A decisão foi assinada em Salvador, no dia 11 de junho de 2026.

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