A taxa de desemprego no trimestre de fevereiro a abril de 2025 fechou em 6,6%, a menor de toda a série histórica para o período, medida desde 2012. Os dados são da PNAD Contínua Mensal e foram divulgados nesta quinta-feira, 29 de maio, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual indica estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2024 a janeiro de 2025 (6,5%) e queda de quase um ponto percentual na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (7,5%). A quantidade de pessoas trabalhando no trimestre encerrado em abril era de 103,3 milhões, estabilidade em relação ao trimestre anterior. Na comparação anual, quando havia no Brasil 100,8 milhões de pessoas ocupadas, ocorreu alta de 2,4% (mais 2,5 milhões de pessoas). A taxa de informalidade (proporção de trabalhadores informais na população ocupada) foi de 37,9%, equivalente a 39,2 milhões de trabalhadores informais. Esse índice foi inferior ao verificado tanto no trimestre móvel anterior (38,3%), como no mesmo trimestre de 2024 (38,7%). O rendimento real habitual de todos os trabalhos chegou a R$ 3.426 no trimestre de fevereiro a abril de 2025, crescimento de 3,2% quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. Já a massa de rendimento real habitual (a soma das remunerações de todos os trabalhadores) atingiu R$ 349,4 bilhões, novo recorde, 5,9% (mais R$ 19,5 bilhões) no ano.



